INVESTINDO NA CRIANÇA?

 

Lamentavelmente, uma falta de consideração com a criança se observa em muitas famílias e também em muitas igrejas evangélicas, onde o investimento na evangelização e no discipulado das crianças é nulo.

É urgente que pais, líderes, pastores e professores possam dedicar a sua atenção, pelo menos um pouco que seja, para o desenvolvimento moral, intelectual, emocional e espiritual de suas crianças.

O período da infância passa muito rápido. Hoje há um desgaste tão grande na resolução de conflitos que surgem na fase da adolescência. Ah! Se todos tivessem pensado antes, e preparassem as crianças para chegarem bem nesta etapa de suas vidas.

Quando será levado a sério o texto sagrado: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6)?

Quando será obedecida a ordem de contar “à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez” (Salmo 78:4b)?

Quando se atenderá a repreensão de Jesus: “Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Marcos 10:14)?

Infelizmente, não se ensina à criança O caminho; não se conta a ela sobre a grandeza de Deus, o Seu poder e as Suas maravilhas; não se deixa a criança vir a Cristo.

O resultado? Uma geração rebelde, teimosa, infiel a Deus e descrente vai sendo formada.

Quando a criança será devidamente considerada?

QUAL É O LUGAR DA CRIANÇA?

O um novo ano  está aí. Qual é o lugar da criança? Estejamos atentos a isto. Que saibamos analisar propostas para alcançar as crianças, afetando assim o futuro.

Chamo a sua atenção para a leitura de um artigo muito interessante que mostra como as opiniões políticas e sociais interferem na formação da família e muitas vezes até as arruinam: A EXISTÊNCIA DA FAMÍLIA

E em nossas igrejas? Qual é o lugar da criança? Há preocupação com o ensino das verdades bíblicas? Da cosmovisão bíblica? Do conteúdo autêntico do evangelho?

Aqueles que estão envolvidos no trabalho com as crianças têm de fato um compromisso com o Senhor? Têm de fato a convicção de que foram convocados para este trabalho como “pastores” dos cordeirinhos e não apenas que estão pajeando as crianças? Jesus perguntou a Pedro: “…amas-me?” então: “Apascenta os meus cordeiros”. (João 21:15).

Será que os métodos e os materiais que estão sendo utilizados, conduzem de fato a criança a reconhecer o seu problema de pecado, a salvação em Cristo Jesus, o novo nascimento, pela fé no Salvador?

Estejamos atentos para verificar que uma criança ganha para Cristo representa uma vida salva para toda a eternidade e que dispõe de toda sua vida para servir e amar ao Senhor e para fazer diferença neste mundo que jaz no maligno.

Gilberto Celeti